sábado, 4 de setembro de 2010

Saia

Chegou silenciosa.
Camisete branca fechada até o pescoço e a
saia reta , que insinuava seu redondo joelho.
Esmalte claro
Brincos pequenos.
Maquiagem básica, cabelos lisos.
O salto médio confortável delineava as pernas revestidas de fina meia.
Tudo muito clean, muito executivo e formal.
Subindo a saia alguns centimetros se poderia ver que
a meia 7/8, segura por uma linda renda, torneava sedutoramente seu quadríceps.
O cheiro que exalava...era irreal.
Uma doçura ...
Sob a saia, nao se via marca alguma de sua calcinha.
O tecido não permitia?
Ninguem notou. Nem mesmo um tarado por bundas perceberia
Exceto...
Exceto outra mulher.
Enye, sua colega de escritorio desconfiou, e a desconfiança lhe molhou a calcinha.
Mas como tirar a prova? Como ter certeza?
Precisava ser sutil, era seu local de trabalho.
Lá pelas tantas o destino ajudou.
Problemas no computador exigiram que as duas trabalhassem lado a lado.
Enye controlava sua curiosidade e seu crescente tesão.
Amanda, concentrada seguia sua tarefa.
Quando Amanda se dirigiu a outra mesa,
Enye empurrou algo no chão sob a escrivaninha que ocupavam.
Amanda se voltou rapidamente o olhar mas voltou a se concentrar
e Enye se desculpando abaixou-se para pegar as coisas que cairam.
Enquanto recolhia tudo no chão, pode ver claramente
sem a menor dúvida...
As pernas de Amanda estavam relaxadamente entreabertas.
Aquele ínfimo instante pareceu durar horas.
Amanda estava sem calcinhas.
Enye pode apreciar a xana rosa de sua colega, um delicado tufo de pelo sobre o púbis, a emoldurar tal visão. Enye salivou de prazer, louca pra provar aquela iguaria e dai...

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Concubina

Eu te espero
Não importa quanto tempo passe
meu Rei Sol.
Eu te espero.
Me banho,
me perfumo e me embelezo
Pensando no prazer
que sentes
quando me mandas ficar de quatro
e tu lambes e cheiras meu cú
inspecionando-o
meticulosamente preparando-o para ti.
Os esmaltes de minhas unhas
devem ser
na sua cor preferida.
Meus cabelos soltos.
Não permito um único pelo
nela
Para que sua língua
só encontre maciez.
Esperarei, meu
Amo.
Para que tu mesmo escolhas
meus brincos
minha roupa
minha maquiagem
e meu humor.
Esperarei que tuas mãos vistam meus seios
e no teu desejo
destrua minhas roupas
me tomes com volúpia
me penetres
onde quiseres como quiseres.
Sem pudores
sem perguntas.
Eu te perdou
por não me deixares sair daqui.
Eu te entendo
meu Senhor.
Não devo me cansar.
Minha pele precisa de repouso.
Eu entendo se me privas
do mundo lá fora.
Tantas guerras, intrigas, crueldade
Para que?
E se me deixas alguns dias sem comer
é só porque meu Senhor, eu sei
Mais avidamente vou te chupar
até
que teu gozo leitoso
doce e quente
me alimente.
Tudo o que fazes
assim, tão planejado,
meu Algoz Amor
Eu sei.
É para que
quando chegues
eu esteja
desejosa e
entregue
e enfim, assim
tão dedicada, meu Senhor
esta seja
a única razão pra eu viver.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

A cidade das Bandagens.

Na cidade de Ganaya Amaya
as mulheres desposadas e que são mães, ou que têm vida sexual ativa, são chamadas Ganayames. Usam adereços nos cabelos e vestimentas de cores vibrantes que as distingue das crianças e adolescentes.
As vestimentas de uma Ganayame, recobrem todo o corpo. São feitas de tecidos que se assemelham a imensas bandagens de algodão, só que de tecidos muito mais finos e belos. Gigantes ataduras perfumadas e coloridas são enroladas parcimoniosamente nos corpos das mulheres, por toda a pele, num país onde reina o Sol.
Ganayames acordam muito cedo. Só saem de casa depois de cumprido o ritual: banham-se em água e óleos perfumados; penteiam-se e maquiam-se. Toda sua vestimenta exala perfume. Por baixo das delicadas combinações de panos as mulheres estão nuas.
Quando eu estive lá, a princípio me encabulava muito, tudo aquilo. Já explico. As vestimentas dos adolescentes e crianças eram como túnicas, bastante belas, porém recatadas e não me causavam embaraço, mas os efeitos que produziam as vestimentas femininas...
É absurdamente espetacular ver uma Ganayame mover-se sobre suas vestes. Todas as suas curvas recobertas são desveladas no seu caminhar.
Seios
coxas,
bunda,
pêlos pubianos...
tudo escondido,
transparecido,
revelado.
As vestes masculinas são da mesma forma, porém compostas com tecidos mais firmes. Retratam deliciosamente todo o corpo do homem, mas não há transparência. Pode-se perceber claramente quando ele está excitado e toda a população age de forma natural diante disto.
Todos...Menos eu...
Tive que me controlar inúmeras vezes para não fixar demais meus olhos sobre aqueles corpos.
Eu era alvo de muito riso.
Por mais que eu tentasse disfarçar
e me concentrasse em meu trabalho,
naquele país,
eu passava meus dias
em completo tesão.
Sentia um desejo enorme de tocar aqueles corpos. Sentir os músculos recobertos daquele fascinante tecido, sob minhas mãos. Passeá-las por todo o corpo. Apertar, apertar, tocar... Juro que só tocaria...
À medida que meu olhar se acostumava com o espetáculo, tornava-se um olhar mais desinibido e pesquisador. Percebi que ninguém se importava em ser devorado pelos olhos, nem se importava se devorassem sua esposa, ou marido.
Um dia eu estava sentada numa praça e vi duas Ganayames caminhando. Não desviei o olhar. Fitei-as vindo em minha direção.
Eu podia ver seus grandes lábios sob as coloridas bandagens.
Seus seios generosos,
e o contorno das ancas.
Elas passaram e me sorriram com a maior naturalidade,
envaidecidas com meu olhar.
Quando pude ver suas nádegas,
pareciam estar ainda mais rebolantes.
Tive que conter meu impulso de cair de língua naquelas duas...
Nossa!
Eu pensei que ia gozar em público!
Depois deste dia perdi completamente meu pudor em olhar e deleitar-me.
Uma noite, quente como sempre era, jantei no próprio Hotel e me permiti ficar na espreguiçadeira da piscina.
Do meu apartamento eu sempre ouvia alguma algazarra ali e pelo visto ela só estava começando.
Sem a menor cerimônia, homens e mulheres despiam-se e mergulhavam.
Não sei se não se deram conta de que eu estava ali, porque eu sempre soube que eles se despiam sem cerimônia entre eles, mas que evitavam isto na presença de estrangeiros.
Embora minha cabeça me mandasse sair, eu estava paralisada.
Vi um homem despir sua Esposa.
Era uma senhora e seu corpo poderia até nem parecer tão belo, para os nossos padrões, mas a cena que vi, foi lindissima.
Ele começou a “desenrolar” os tornozelos dela.
Criou um caminho em suas vestes, deixando-a livre entre as pernas e então, meteu ali sua cabeça.
Quase tive um choque diante de tanta intimidade em público, mas depois percebi que ninguem se alterou com a cena. .
O marido ia aproximando seu rosto
no centro de prazer de sua mulher e se afastava.
Depois entendi que ele ia cheirando-a, simplesmente!
Aproveitando seus aromas mais intensamente, camada por camada.
Outros casais ou mulheres com outras mulheres se ajudavam.
Se despir é uma tarefa tão trabalhosa! Mas eu só ouvia risadinhas e expressões que me pareceram de carinho entre eles.
Quando faltava apenas uma camada de tecido eles farejavam a mulher/homem, centímetro por centímetro e... Pasmem!!!
Faziam exatamente o que eu senti vontade em fazer: Passavam a mão por todo o corpo delas/deles, apalpando, agarrando, acariciando.
Eu estava trêmula de desejo...
Desesperada...
Precisava me tocar.
Comecei a passar minhas mãos pelo meu corpo
imitando grosseiramente o que eu via.
Queria me masturbar, mas ao mesmo tempo,
queria estar ali, presenciando o que aconteceria.
Todos se tocavam com naturalidade.
Percebi que eu era a única enlouquecida ali.
Eles até poderiam estar sentindo muito prazer, mas longe de transarem em público, em grupo, ou algo do gênero.
E assim, recobertos por uma única camada de tecido, eles nadavam.
Era tão lindo ver isto!!!
Falantes, risonhos, carinhosos, sem pudores banais.
Não se percebia uma passada de mão maldosa, um “tapinha”, e até onde eu entendia o idioma, nenhuma palavra obscena ou pornográfica.
Fiquei ali quietinha. Delirante de desejo.
Alguns minutos depois, caí de biquini na piscina.
Ninguém me deu bola.
Era ainda mais tesudo ver aqueles corpos molhados enrolados em panos transparentes. Ai...
E os cheiros...
A água ficou perfumada.
Enquanto eu nadava observava os homens e mulheres saindo da piscina.
Pensei que tinha visto tudo, mas...
Eles começaram a se lamber...
Sorviam a água dos tecidos nos corpos uns dos outros!
Saborosamente, nos lugares mais apetitosos!!!
Sugavam, sugavam...
Seios, bucetas, bundas e cús e paus.
Cada duas pessoas secavam uma.
Revezavam-se harmoniosamente, mas com certa pressa.
Então, parei de resistir: peguei um flutuador cilíndrico, do tipo spaguettti, pus entre minhas pernas e comecei a flutuar.
Afastei discretamente a calcinha e toquei meu grelinho - GRELÃO.
Senti parcialmente a textura do flutuador e estremeci.
Quanto mais tesão eu sentia, mais devagar fazia tudo.
Estava sozinha dentro da piscina.
Os casais e grupos, ainda se sorviam e riam gostoso.
Ninguém saiu dali às pressas ou começou a se comer em público.
Era tudo tão erótico e ...familiar...
Apesar do tesão eu tinha plena consciência de que minha presença ali, deveria continuar sendo ignorada.
Discretamente tirei minha calcinha.
Ainda mais lentamente acomodei minha buceta, naquele redondo flutuador.
Ela abraçava-o gulosa.
Quente,
inchada,
exigente.
Se fosse possível ela engoliria deliciosamente aquele spaguetti.
Comecei a fazer braçadas de um nado qualquer e a cavalgar no flutuador.
Mergulhei e o gozo veio.
Ai!
Que explosão impossível de conter!
Continuei simulando meu nado, ora, respiro ora mergulho
e minhas ondas formaram deliciosas e imperceptíveis ondas na piscina.
Aquela piscina de água quente e perfumada.
Via homens e mulheres se sugando à luz da Lua e me derramava ainda mais em gozo.
(Logo fui entender que aquele povo sempre fazia assim quando se banhava nas termas. Apesar do tecido secar muito rápido, justamente as partes íntimas úmidas poderiam causar desconforto. Sugavam-se com sofreguidão para aproveitar melhor as propriedades medicinais da água que se potencializava no próprio corpo e evitaria qualquer desprazer. Quanta sabedoria...)
Fiquei dentro da piscina por muito tempo.
Os Ganayames continuavam por ali, quase em sua maioria.
Alguns mergulharam novamente, outros apenas se refrescavam nas bordas das piscinas. Recoloquei minha calcinha, e quando eu estava saindo da água percebi alguém me tocando no ombro direito.
Quando me virei vi um jovem senhor me olhando com uma cara muito séria...

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Casadinho

Algumas pessoas encontramos sempre e não conhecemos. Almoçávamos no mesmo lugar. Ele não era um tipo que chamasse à atenção. Homem comum, estatura mediana, uns 10 anos mais velho do que eu. Um dia resolveu falar comigo. Perguntou as horas e eu dei conversa. Dia seguinte me chamou pra um café.
Ele não me atraía sexualmente, mas senti uma curiosidade sobre ele. Descobri que sua profissão exigia extrema concentração e precisão. Ele quase nem falava, durante horas. Pensei que era timidez, mas era dedicação, mesmo.
O café evoluiu para um chopp. Ele não perdeu tempo, deu uma bela olhada no meu degote e fez um comentário de tirar o fôlego.
Mas, ainda assim eu achava impossível ter algo com ele. O cara foi paciente. Um dia ele confessou que estava de olho em mim há muito tempo. Eu não tava levando muita fé naquilo... Mesmo sem tesão aceitei o convite pra passarmos uma tarde no motel. Inteligência e competência podem ser afrodisíacos.
Quando eu cheguei lá, para minha surpresa a suíte tinha sido preparada com flores, sais, incensos e as coisas mais deliciosas pra se degustar. Um verdadeiro banquete.
A tarde foi deliciosa, o amante não deixou a merecer, o banquete muito menos. Fim de tarde e percebi certa apreensão da parte dele. Disse que estava tudo muito bom e que eu gostaria de passar a noite ali. Ele disse que não poderia ficar comigo então fiz a peguntinha básica: você é casado? e a resposta foi SIM. Eu dei uma risadinha nervosa. Não disse mais nada e meti na cabeça que não ia mais procurá-lo.
Naquele fim de semana eu tinha uma festa na casa de uns amigos e imaginem quem eu encontro? Sim, ele. Resumo da ópera? Passamos a noite juntos. Na verdade, todo o fim de semana. O homem beijava muito. Era muito dedicado ao meu prazer. Caprichava nas preliminares. Gentil mas com atitude. Sabia a hora de tirar e botar, além de um delicioso repertório de posições.
Mudei de restaurante, de trajeto e até de profissão. Comecei a namorar outra pessoa, terminei, o tempo passou e nunca mais tive noticias do casadinho. Passado uns tempos, estava tomando um café e quem entra na confeitaria? O próprio. Não pude esconder minha surpresa e ele já foi se convidando pra sentar comigo. Conversamos amenidades e lá pelas tantas, ele passa a mão por debaixo da minha saia, numa pegada... e diz: saudades...
Eu ia falar qualquer coisa mas fiquei desconsertada. Ele se divertia com isso. Me passou um cartão com um endereço e disse: te espero lá amanhã, as 14. Se levantou e saiu. Fiquei ali meio de boca aberta. Acabei meu café, resolvi nao pensar naquilo e o dia seguinte chegou. Como se não houvesse mais nenhum obstáculo, era impraticável minha saída do trabalho naquela tarde. Fiquei tentando imaginar o que eu ia fazer e pensei que eu não tinha que fazer nada, pois ele nem havia deixado um telefone pra eu entrar em contato. Dai me dei conta de procurar o tal endereço na internet. Era de um Hotel próximo. Pensei: que pena ele vai esperar a tarde toda...
Lá pelas 13h aconteceu uma coisa estranha. O alarme de incêndio disparou e foi um tumulto geral. A Defesa Civil foi acionada, a Policia Federal, helicópteros e o diabo a quatro. 13:40 da tarde, um tedéu. A gente torrando no sol sem perspectiva do horário de retorno. Eu tava muito aflita e minha chefe notou e disse: se acalma filhota, não é nada, vai dar uma banda, tomar um suquinho. Te dou um toque no celular quando voltarmos. Dei um super sorriso, agradeci e sumi.
Não levei 10 minutos pra chegar ao Hotel. Fui correndo, o coração parecia que tava lutando boxe com as costelas. Quando entrei, meu celular tocou. Pensei que e era minha chefe, mas era uma mensagem com um número... o número do apartamento. Subi. Fui pela escada para poder me acalmar no caminho. Pensei que o Hotel inteiro podia ouvir meu coração. Eu estava com tesão misturado com pânico. Parei um andar antes e tirei minha calcinha. Logo eu estava diante do apartamento. Bati na porta uma única vez e ela se abriu. Ele me esperava com um sorriso bem safado e uma garrafa de frizante na mão...

O ponto em que as coisa precisam mais do que tesão e desejo

A gente apertou o pause
Era um filme picante...
Tínhamos feito um jantarzinho. Esperávamos mais amigos para aquele fim de semana. Já no jantar trocamos agrados e elogios, comida na boca de um e de outro, criando um clima de intimidade.
A enorme casa da praia tornara-se quase fantasmagórica e eles queriam povoá-la de pessoas amadas. Mas o mal tempo não permitiu a chegada de outras pessoas.
Espalhamos nossos colchões em frente ao fogo da lareira, bebericando e conversando. O Rafa sugeriu um filme. Estávamos já meio sonolentos mas era tão cedo, apesar do frio e da escuridão. Achei inútil discutir sua escolha. Não havia outra opção no momento e eu tinha certeza que eu pegaria no sono em seguida.
O filme era a história de um casal de artistas com gênio incompatível. Viviam uma relação neurótica até que conheceram uma garota e a relação à três...
Passado os 10 primeiros minutos de filme, começamos a sentir muito calor sob as cobertas. O o Rafael se levantou e foi buscar mais petiscos para degustarmos e sem me dar conta, se instalou longe da Deise, deixando-me entre o casal. Isso me provocou uma excitação inexplicável. Eu nunca tinha o sentido assim tão perto de mim. Não havia percebido, mas a Deise já estava só de lingerie, sob as cobertas e me sugeriu: tá quente, né, tira isso dai. Deise é uma gata ágil. Não me espantei que tivesse tirado o pijama tão rápido.
Comecei a me despir atrapalhada e logo vi quatro mãos me ajudando. Fiquei meio intimidada, disfarcei minha excitação e preferi aceitar a gentileza de meus anfitriões. Pensei que era loucura da minha cabeça aquele arrepio na coluna, sem sentido... eles só estavam sendo carinhosos e eu não tinha que encucar, afinal, ninguém estava nu, era só o calor das cobertas.
Você encostou seus pés nos meus e comentou: pezinho de picolé como a Deise, olha amor.
Falou enquanto passava o braço sobre minha barriga, para alcança a Deise. Senti seu braço musculoso e forte... Ela respondeu: oh Rafael, então vamos esquentar eles .
Eu fiquei imóvel. Achei graça. Os dois ali empenhadíssimos em aquecer meus pés, tocando seus próprios pés com os meus. A Deise colou em mim e eu podia sentir os seus seios perto dos meus. Ai meu Deus... Que situação... Eu nunca tinha sentido uma mulher, assim, tão grudada em mim...
Mas alguma brincadeira entre eles aconteceu e meus pés não eram mais o foco. O filme rolava.
Deise e Rafael eram muito astral, brincalhões. Diferentes do casal do filme. Simplesmente estavam de lutinha, mas nem se preocuparam se faziam isso sobre mim!!! Eu já estava às gargalhadas. Acabei sendo envolvida e virou um ringue 2 contra 1.
Travesseiros espalhados, roupas lançadas à distância. Parecíamos adolescentes de férias no casarão.
Mas algo no filme nos capturou de volta.
Era uma cena onde os personagens se fotografavam.
Lindas fotos P&B. Lindas mulheres, lindos nus.
Nossa respiração ofegante. Algumas risadinhas nervosas.
Alguém de nós naquela bagunça, sem querer apertou o controle remoto.
Apertou o pause.
Paramos no ponto em que as coisas precisam mais do que desejo e tesão.
Onde precisamos fazer as coisas com amor.
E nos entreolhamos surpresos.
A Deise tomou a iniciativa, me abraçando e me beijando na boca. O Rafael a seguiu, me abraçando meio desengonçado por trás e alcançando-a. Eu tremi assustada. Ela sussurou: a gente te deseja muito, linda. Isso também é novo pra gente, mas você confia em nós?
Falou isso enquanto me fitava e vi espanto em seus olhos também. O Rafael tava meio sem graça, então entendi que nada daquilo fora planejado. Confiei. Relaxei entre eles e o abraço foi ficando mais aconchegante. Fui me moldando a eles. Ficamos, nos balançando-abraçando como se dançássemos uma música a três. Acariciávamos-nos timidamente, alguns beijos que logo se tornaram mais permissivos. As carícias ousavam....
Nos deitamos e lentamente terminamos de nos despir. Nos estudando a cada gesto. Eles me acariciavam muito, pareciam encantados. Me falavam coisas deliciosas, me elogiavam. Em nenhum momento senti que estava de fora daquele casal. Eles exploraram meu corpo com desejo e curiosidade, com prazer. Tenho calafrios quando lembro que fui mamada por duas bocas... ou enquanto a Deise lambia minha buceta o Rafa passava as mãos por todo meu corpo, e me beijava deliciosamente.
Nos revezamos, sem palavras. Foi a vez da Deise ganhar carícias. E o Rafa não fez mais ou melhor com ela, do que comigo. Lembro de ter visto seu olho brilhar fascinado quando me viu retribuir na Deise a lambida íntima... disse no meu ouvido: deixa eu ver sua língua entrar nela? e eu deixei, enquanto ele olhava e massageava-lhe os mamilos vigorosamente.
Embora excitadíssimos queríamos nos explorar e nenhum de nós queria gozar antes de dar prazer ao outro.
Chegou a vez do Rafa. Nos deitamos sobre ele. As duas. Seios encostados em seu peito. A Deise foi esfregando sua buceta molhada por sua coxa de um lado e eu fazia o mesmo do outro. Carícias, muirtas carícias. Viramos ele de costas. Eu cai de boca na sua bunda, lambendo seu cuzinho. Aquela bunda gostosa... a Deise, olhava encantada enquanto sugava cada um dos dedos do seu pé. Subi por suas costas, lambendo e beijando, tomando seus cabelos na minha mão e beijando-o na boca. A Deise então pediu que ele levantasse a bunda pra gente e me chamou. Entendi na hora o que ela queria... queria que eu continuasse a lamber seu cuzinho enquanto ela lambia seu saco... seu pau. Eu fiz. Ele não aguentou muito naquela posição então ele se virou e continuamos as duas a chupá-lo, com muita suavidade pois ele estava excitadíssimo. Fiquei com receio de por seu pau na minha boca, mas quando vi a cara de tesão da Deise, compreendi que não tinha ciúme algum. Ela estava extasiada em nos olhar... pediu que eu agarrasse o pau com as mãos e passasse a língua na cabecinha... ela simplesmente olhava sem acreditar e dizia: lindo...lindo...
Estava tudo muito gostoso. A Deise tremia de tesão, mas se levantou e foi buscar algo. Eu aproveitei pra para me aninhar ao Rafa, enquanto esperava-a. Nos olhávamos e nos cuidávamos mesmo a distância. Nunca perdemos o contato a três. Ela voltou com as mãos cheias de camisinhas e me disse: você vai primeiro, linda... como você quiser...

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Meu Mastro, Teu Leme

Georgia,

estou aqui pensando, lembrando, projetando, viajando... sonhando...

Esse blog é uma espécie de ilha deserta. A ilha deserta daquela piada da Sharon Stone. Nunca nos vimos, nunca nos cheiramos, nunca soube como é o teu olhar sobre o meu, nunca senti o gosto da tua língua, da tua vulva. Nunca puxei teus bicos túmidos, nem ouvi teus gemidinhos, nem tuas palavras mais loucas. Nunca senti a esgrima das tuas unhas marcando minhas costas.

Nenhuma gota de suor minha pousou na tua pele. Nunca te abracei apertado, nunca te dominei com paixão, nunca te senti tremer embaixo de mim, nunca vi tua bunda exposta na cama e minhas mãos nunca alisaram tuas formas. Minha língua nunca te explorou inteirinha.

Eu nunca provei você. E nunca entrei na tua gruta inundada de desejo. Nem te possuí por trás, colados, alucinados e liqüefeitos manteiga, iogurte, chocolates derretidos pelas tuas costas, tuas coxas, teu ventre, teus seios, tua boca. Nunca chupei teus pés, nunca te despi, nunca sorvi teu gozo e nunca te beijei.

Isso me enlouquece, sabia.

E isso me faz ficar cada vez mais nu na tua frente. Aqui nessa ilha de Lost. Neste blog, nesta mente, neste pau que eu tenho, nesta minha língua, nesta vida apolínea que quer chupar dionísio. Nesta afrodite life cheia de curvas, contas, afazeres e deveres.

Minhas mãos há muito sonham em te abraçar por trás. Você seminua, toda para mim. Meus braços te envolvem e minhas mãos enfim se encaixam NELES, os teus seios (que são meus insanos, grandes e redondos amigos). Eles que não estão nem aí para toda essa Bíblia de impossibilidades que o ser humano inventou para se ferrar.

Minhas grandes mãos seguram teus seios. Apertam na medida as tuas mamas grandes e eu te puxo para mim. Meu mastro encosta na tua bunda e vira teu leme. E o resto do mundo é um oceano para navegar.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Para Matheus 2

Matheus,

Quem é você?

Menino despenteado

de olhos pequenos.

Um cheiro de jardim recém molhado

da chuva de verão

Tufo da

divina existência

Pele firme

gesto firme

mãos grandes

Pau em mastro

e o leme...

Guia de fantasias.

Voyer de uma mulher ao sol

Banhando-se

nua

Permissiva

Entra-lhe o sol em cada aresta

e esta

exibe-se lasciva

Gulosa

Quer para si todo o sol.

Você poeta



Admira-lhe

Acolhe o fetiche

Alimenta-o

Degusta-o.

Seus seios rijos

sôfregos de sol

que lhe toca quente e ternoooo

eterno e paciente

Uma buceta mar

deságua

Brilha

Abre-se para que lhe seque o sol

Ou ainda a molhe mais?

Desliza sob a canga

Cabelos, costas, nucas

A pele levemente rosada e aquecida

O corpo todo em febre
ondas
ondas
e ondas

aguarda teu lindo mastro.





foto by: http://anatata.blog.uol.com.br/arch2004-08-29_2004-09-04.html

Para Matheus 1

Matheus,



Quem eu sou?
Sou natureza de alegrias.
Sou receios, entrega, prazer.
Fantasias, temores e emoções.
Tudo registrado nas minhas células, músculos,
pele e movimento.
Eu amo a forma que tomou tudo o que vivi até agora,
e se instalou no mundo como um corpo:
nas minhas curvas, seios, grandes seios ... cheios.

Na forma como me desejas.

No jeito como caminho,
na minha risada ou voz,
de nao saber onde ponho as mãos ou me atrapalho.
Ou o quanto me excito quando vejo alguém belo ou
salivo quando sinto cheiro de chocolate.
Eu sou amante das formas e histórias dos outros.
Me intriga saber... que jeito tem sua alegria?
Que sabor tem seu aroma?
De que tamanho é seu medo? e seu pênis? Qual a textura
do seu toque?
Quantos de meus palmos cabem no seu peito?
Que ritmo tem seu andar?
Será que tens sido acariciado?
Será que alguém te mama?
De quantas seios precisas, pra te enternecer?

Há algo disso tudo, algo te tecer e enredar.

Desejos e...
E alguma expectativa.

Será que vou usar os brincos certos?
Será que vc vai desejar me ouvir?
Quantos "será" cabem numa trama? Será que nela algum há?

Tecer, enredar, emendar e desvelar.

Voce nao vai me ver baixinha, embora ache q sou.
Não vai me ver...
Porque tenho uma languidez que me estiiiiiicaaaaaaaa...
Doce, contundente, afável e arisca como um felino...que brinca ao sol.
Uma mulher.




fotos by:
1- cidadaoquem.blogspot.com
2- illusionsgallery.com

Mulher Sol (3) - com a cola transparente do sol

Georgia,

tu tem a força da Natureza super viva dentro de ti e isso me encanta. Tem o cheiro de uma mulher selvagem, que respeita e segue o instinto, a própria Natureza.

Tuas duas mamas fartas apontando para mim, meu peito, minhas mãos meu rosto, meu abraço como bússolas. Como dois grandes sóis a me mirar no meu deserto particular.

É estranho isso, pois não sabemos como é o rosto um do outro. Não sabemos ao certo nossas idades, nem nossa altura. Sou alto, você é quase baixinha? Chocolates que derretem no sol e dançam assumindo novas formas... Línguas que sugam o chocolate derretido. Nos teus dedos.

Serie eu uma enorme barra de chocolate branco a espera das tuas mãos?

Te desejo. Desejo o teu corpo, Desejo o jeito como você me deseja. E gosto de tudo isso, a simples complicação dessa correnteza de palavras ao vento empurrando nossos barquinhos de papel, um para a tempestade solar do outro.

Agora tenho vontade de te ver de verdade, de saber como são os teus olhos, como tu cruza as pernas, como é o teu sorriso, que brincos vai usar, como vai fazer para esconder ou revelar partes desses meus dois amores... como vai olhar as minhas mãos grandes...

São tantas perguntas que emendadas tecem um sonho, uma fantasia que acho que merece ser vivida.

O que você acha de eu ir ao seu encontro com a cola transparente do sol soldando o mundo?

Mulher Sol (2)

Georgia (posto aqui mais um texto que escrevi naquela primavera),

tive a felicidade de passar a tarde no sol, entre milhões de feixes de luz e sobra, cortando a grama, plantando pés de maçã. Ouvindo as abelhas e sentindo a beleza da primavera que parece que acordou nessa ilha tão querida.


O sol realmente é mágico e excitante, ele carrega nossas baterias. Nossa pele fotovoltaica se enche de amor e alegria. E até soltamos um cheiro novo (que fazia meses que não sentia) um cheiro quente, vivo que tatua a pele de um modo invisível.

Te imaginei nua, inteira, deitada. O sol dourando teus pêlos, surfando cheio de luz nas tuas coxas, brilhando no teu púbis, ardendo no teu ventre e mamando nas tuas doces montanhas gigantescas. Feliz da vida, o sol.


um beijo como o sol,

Mulher Sol (1)

Georgia, após toda essa chuva, toda essa noite, todo esse dia em que esse homem gigante te encontrou e te devorou e você o devorou. Após você e ele terem revivido tudo a distância... eu te conheci.

E descobri algo sonhador na tua pele. Algo sonhador dentro de ti. Uma mulher que transa com o sol. Algo que me deixa curioso. Será que tu procura algo carinhoso, tênue, terno, refrescante, quente (ou gelado), algo que mova as nuvens e as folhas da tua vida, algo invisível, secreto, só teu, se enroscando embaixo do teu vestido, brincando de escorregar entre teus seios?

Ou será que você abraça e envolve e usa as mãos e os lábios como uma brisa, para pegar outra brisa e vira um catavento, transformando movimento em energia?

Essa conversa ainda corre dentro de mim, sabia? Quem colhe brisa morde a tempestade?

quinta-feira, 6 de maio de 2010

A primeira noite III - o dia.

(...) Dormimos muito.
Eu sonhei tantas coisas, lembro do sonho erótico:
No meu sonho, eu estava sentada de vestido, num sofá, e o Djavan tentava levantar meu vestido (sempre tive uma tara pela boca do Djavan e estava ao lado de um homem gostoso, com uma boca ainda mais maravilhosa não porque me fala lindo e sim beija bem. O sonho foi só preparo...)
Senti o Djavan do sonho, roçando seu pau duro contra mim ... e ...
Dormitando senti meu amigo me penetrar com volúpia, com pegada, com firmeza. Estava tão meio-dormindo quanto eu. Despertamos juntos naquele sexo que nenhum dos dois quis conter. Hummm, e durou muito... duro... Eu por cima, eu por baixo, ora submissa, ora dominada.
Transamos
Trepamos
Fodemos
Comemos
Amamos.
Tanto
Tudo
Até, até o estômago roncar...de fome.
Não falamos nada que nos tirasse daquele estado. Sabíamos o que tinha acontecido e seus possíveis desdobramentos. Calamos. Confiávamos em nós mesmos e na vida. Fizemos apenas confissões safadas... Ele disse que tinha fantasias com meus seios e que pretendia realizá-las. Também disse que sempre havia me achado muito gostosa, mas que a vida acabou mudando o rumo da prosa. Tomamos banho juntos. Nos “estudamos” sob a luz do banheiro. Sob a claridade era um novo encanto!!! Depois preparamos nossa comida, com carinhos e beijos pelo caminho. Como se não pudéssemos perder um só segundo, o contato entre nossos corpos. Fizemos um pic-nic no chão, no meio da sala, ouvindo jazz e degustando vinho.


Saciados, nos aninhamos de novo. Não sei se tentamos descansar, o fato é que tínhamos tanto ainda para nos experimentar que logo aquele pau já tava metido dentro de mim. Ai como me metia gostoso!!! Fez eu me sentir tão apertadinha! Quando eu vi seu pau duro, a primeira vez, não acreditei que caberia em nenhum buraco dentro de mim, mas... sempre carinhoso e gentil meu amado amigo, conseguiu me convencer rapidinho que eu estava enganada. O dia foi pequeno pra realizarmos tantos desejos e fantasias.
Por fim, ficamos de novo abraçados, quietinhos, como no começo daquela jornada. Ouvindo nossa respiração e o coração bater... Lágrimas sem legendas...
Ele foi embora e eu nem vi que já era a noite, de um outro dia.
Matheus, aquela noite que eu entrei no chat, eu havia acabado de teclar com este amigo. Alguns anos se passaram e muitas, muitas cidades e tantos mares nos separam. A vida ta boa em vários sentidos e conseguimos falar do que passou somente com o que ficou: carinho entrega, intimidade, desejo e cumplicidade. O tesão? A gente brinca com ele, dizendo que precisamos nos ver logo, antes que a gente esqueça das fantasias pendentes. Mas, bem lá no fundo (hum e que profundo...) a gente sabe, com muita certeza que é só brincadeira. Então, querido aquela noite que eu havia acabado de reviver uma coisa gostosa e todas as fantasias com meus Seios Fartos.
Seios estes, que agora são seus...

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Colados - Dentro de Regina

Eu tinha 29 e ela 49 anos. Esse detalhe por si só me enchia de tesão e expectativa. Como seria estar com uma mulher assim? Estacionei em frente ao mar e fiquei olhando as bicicletas, as pessoas caminhando, correndo, os cães passeando... O sol ainda enchendo o mundo de brilho no final da tarde.

E então o carro dela surgiu, grande e misterioso como tudo que eu sentia ali, esperando. Eu não conhecia seu corpo, nem por fotos. Apenas sua voz, suas palavras e sua sintonia. Para mim isso era suficiente, porque confio no instinto. A Natureza abre os caminhos e as freqüências para quem quer e precisa encontrar alguém.

Entrei no carro dela.

Loira, linda. Vou chamá-la de Regina porque ela tem a postura de uma rainha. Estilo matrona, sim italiana. Seios grandes, vestia uma camisa branca com poucas flores cor de creme (uma marca dagua de flores, algo sensível e discreto). E uma saia curta, alguns dedos acima do joelho, cor bege. Sandália branca. Pensando agora, se eu fosse analisar, era uma mulher bem incompatível para mim. Era uma mulher acostumada a estar com homens engravatados, trabalhando no circuito jurídico-empresarial.

Acho que ela em algum momento pode ter pensado que estava fazendo uma loucura ou algo desnecessário... Mas isso logo se desfez quando começamos a conversar, a nos olhar... E ela viu, sentiu, o quanto me fascinava estar com ela, o quanto ela me seduzia ao máximo, o quanto aquela situação estava gostosa.

Ligou o carro e fomos para uma praia menos movimentada. Ficamos conversando dentro do carro, na sombra de umas amendoeiras. As palavras foram aos poucos se transformando em toques... a pele branca, macia, o olhar dela até hoje me comendo, mãos que se encontram, peitos que se encontram, línguas, carinho e tesão.

Ela dirigia sua máquina e eu aproveitava para explorar seu corpo, mas ela ficava muito desatenta no volante e tive que esperar um pouco. Na garagem do motel ficamos namorando. QUE PERNAS aquela italiana, parcialmente esticada, o salto apoiando no painel, sua saiazinha descendo gravitacionalmente, mostrando suas COXAS maravilhosas. E uma calcinha branca... o setim reluzindo, cheiinho daquela xaninha... Fui mergulhando no corpo da minha amada, conhecendo (penso que algo desesperado, fosse hoje eu provavelmente agiria em slow motion) mas naquela hora, eu só queria chupá-la até chegar em sua semente e fazer brotar, florir aquela flor vermelha quente e molhada. Ela sentiu, se mexeu, gemeu, falou loucuras... Seu cotovelo esbarrou no volante e tocou a buzina. Segui sorvendo sua fonte. Mas ela tocou de novo na forte buzina do carro e decidimos sair da garagem e ir para o quarto, antes que aparecesse alguém para verificar o barulho.

Tomamos um loooongo banho superjuntos e ali, na fluidez da água, cada segundo era mágico. Estávamos na mesma freqüência desde nosso primeiro contato virtual. Ela me deixou super excitado e então pediu para ir para a cama.

Ficamos 4 horas naquele quarto. No início eu não me sentia capaz de satisfazê-la, não tinha achado um caminho, um ritmo para seduzi-la. Uma mulher grande, um homem grande e parecia que o meu pau não entrava até onde deveria... Parecia que eu não conseguia chegar ao seu fundo. Mas a fricção, a delícia, o magnetismo foram aumentando. Fui abraçando, apertando, envolvendo, me entregando para ela e aos poucos ela foi se encaixando, se curvando, foi ficando mais sinuosa. Colados, no ritmo de dois corações. Quando a senti gozar estremecendo e inundando meu pau com sua fonte térmica me senti muito bem. Um sorriso safado, gostoso, especial no rosto dela. Continuamos a brincadeira. Ela me fez gozar. Conversamos um pouco e logo eu já estava orbitando seus grandes seios. Ela pedia que eu os mordesse forte e de leve ao mesmo tempo. Só de lembrar me dá água na língua.

Estávamos super tesudos, abraçados num longo beijo. Levei minha mão para a sua grande e maravilhosa bunda e ela fez o mesmo. Eu a segurava com as duas mãos e ela também me apertava forte. Gostoso, sincrônico. Então meu dedo rumou para os arredores do cuzinho dela e ela fez o mesmo comigo e foi adiante. Senti, assustado, seu dedo (penso que o indicador) forçar a entrada em mim.

Hoje penso que foi algo que ela fez na energia do tesão, sem muito jeito e para me provocar (e sim, dar prazer). Talvez ela estivesse me dizendo que queria que eu fizesse o mesmo nela... Ela era uma mulher completa, iniciada e adepta de todas as artes no hemisfério oriental do corpo. Mas na hora me assustei e saí do clima, eu era um garotão mexendo com uma pantera, uma onça, uma loba... um mulher de verdade.

Continuamos nosso encontro com mais do mesmo, mas hoje vejo que frustrei algumas expectativas dela. Não que ela tenha ficado triste, quando tudo terminou estávamos leves, carinhosos, sorridentes e famintos. Mas se fosse hoje acho que seria ainda mais prazeroso. Se é que vale a pena ficar medindo o prazer, algo que deve ser vivido e sentido.

Eu a encontrei outras vezes e vou relatar aqui algum outro dia.


terça-feira, 4 de maio de 2010

A primeira noite II - o presente

(...)Pediu pra eu ficar muito quieta. Beijou todo meu corpo. Me virou de costas, seguindo com os beijos em todos os cantinhos. Passava suas mãos quentes em mim. Abriu vagarosamente minha bunda e foi me lambendo ali... Me fez virar para ele e olha-lo enquanto fazia seus grossos dedos me penetrarem. Se deitou do meu lado, sussurrando coisas no meu ouvido e me sentindo pulsar, molhadinha e quente. Me disse coisas lindas, coisas gentis, safadas, enquanto me mordiscava. Eu supliquei pra ele me comer...


Então...


Ele me chupou tão gostoso, com tanto desejo. Sua língua era gostosa e hábil... Eu pensei que ele ia me engolir, inteira! Pensei que ia morrer!!! Não tive medo. Dissolvida completamente eu escoaria desintegrada através da minha buceta e seria sorvida. Queria... Virar o seu deleite, a sua bebida. E virei. Gozei lentamente, numa entrega degustada. Depois, freneticamente, tremula, quase em convulsão. Ele me deixou gozar muito. Me bebeu e me acolheu. Me beijou, lambeu cada parte do meu corpo, recolhendo meu suor. Me embalou.
Espasmos em ondas mornas e coloridas me percorriam. Cochilei coberta de beijinhos...
Não sei quanto tempo se passou. Aqueles minutos de sono valeram horas, quizás anos. Todos os anos de espera.
Então, percebi algo pulsando pertinho de mim e...
Meu gostoso e gentil amigo, Tântrico Tesudo, ali: firme...
Ameaçei tocar seu pau e ele se afastou. Disse que não ia agüentar e que estava muito sensível.
Silêncios...
Escolhas...
O fato é que não tínhamos preservativos...
Tomei a iniciativa e todos os riscos: recomecei a beijá-lo e tocá-lo com FOME. Lambi suavemente seu pau. Quando percebi que ele estava entregue eu segurei o PAU IMENSO com minhas mãos e suguei a sua cabeça. Minha língua explorava sua fendinha. Coloquei tudo o que pude dentro da minha boca. Agora a língua passeava nele. Hummmmmmmmmmmm!!!!
Eu salivava!!!
Podia sentir seu coração, ali...
Mamei com muita vontade até senti vir... Ele gozou tão forte !!!
Tanto!
Bebi e deixei espalhar no rosto e seios, banhando-me de seu rio.

A alvorada nos revelou exauridos. Completamente agarrados, lambuzados dormimos. (...)





foto by: http://boock.wordpress.com/2008/08/29/multiplos-metodos-para-orgasmos-multiplos/

Cleópatra me tomou por inteiro


Meu corpo quer.
Meu coração, dentro do meu corpo, quer.

Meu pau inundado, maré alta da vida. Vermelho, espelho, latejando. A cabeça viva, totalmente enrijecido, desperto. Uma antena captando a pulsação das bucetas da minha rua, do meu bairro, desta ilha que cheira a sexo em cada olhar.

Quero possuir uma mulher. Chegar ao seu epicentro, dominá-la, imobilizá-la e penetrar superlentamente sua fenda. Antes quero amassar essa mulher no meio dos meus braços, moer sua pele com minha língua. Sua pele de tapete... quero sentir o gosto dela em cada curva. Quero sugar seu reguinho e tocar seu botão mais íntimo com a ponta da minha língua e sentir seu arrepio de medo, desejo e entrega.

Quero ouvir o tremor de sua pele trepidando enquanto ela goza na minha boca. Quero tomar seu líquido de mulher.

Fui buscá-la na esquina marcada. Ela entrou no carro sorrindo. Super ruiva, unhas vermelhas e aliança brilhando.

Que saudade... ai dessa boca...

Disse me beijando como se fosse Cleópatra e eu um escravo bárbaro que a divertiria por alguns minutos. Correspondi ao beijo. E logo a mão dela já buscava meu joystick. Apertava com força. Fome. E sede... e sua boca começou a sugar, engolir e se enterrar NELE.

Ter um pau é algo maravilhoso, mas, com a delícia que ela me chupava, desconfiei que pegar um pau emprestado deve ser tão bom quanto. Passou um casal de moto, na rua deserta. Ela ouviu o motor se aproximando e eu disse pra ela ficar abaixadinha. A película do carro nos isolou do mundo e ela continuou sugando. Ia até a base e - lá embaixo - mordia o pequeno tronco e então voltava.

Lembro dela enfiando a língua na fenda dele, lembro dela me olhando hiper tarada, sem parar de chupar. Lembro das suas duas mãos agarrando o mastro e da sua língua passeando pelas bolas. Até a louca... shhiuf, fazer a sucção de uma das minhas bolas. Um arrepio subiu pela minha coluna. Tive medo, enquanto ela puxava com a boca minha fábrica de testosterona.

Subindo pelo meu tórax e serpenteando o meu pescoço ela falou no meu ouvido:

Dá leitinho pra tua puta, dá!

E voltou lá embaixo para buscar seu néctar. Em poucos segundos ela foi extraindo o doce rio das sementes e foi tomando tudinho... tudinho até me deixar semi anestesiado, encostado na poltrona do carro, enquanto ela limpava toda sua fábrica de leite.

Segurei-a pelos cabelos e pescoço e dei um mega beijo louco nela. Pena que já era tarde e tínhamos outros compromissos...

Enquanto dirigia, olhei pra ela. Tinha prazer no rosto e deixou escapar a frase Que delícia. Acho que saboreava um pedaço do meu eu. E eu eu gostava de ser um pouco dela.

Devidamente amamentada, ela pediu que eu a deixasse perto do super.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

A primeira noite - I

Era noite, quando te encontrei no chat, lembra?
Tinha acabado de teclar com um amigo. E para explicar meu nick daquela noite eu quero te contar tudo:
Meu amigo é um desses amigos infindos, há mais de 10 anos. Acho que rolou uma mútua atração mas na época eu namorava, era apaixonada pelo meu amor e ele era casado. Nos tornamos confidentes e construímos uma confiança inabalável. Desencontros, separações, desilusões, novos amores, alegrias ou tristezas, e a gente ali, amigos cada vez mais. Ele decidiu morar noutra cidade. Juntar as escovas de dentes com uma pessoa legal. Tava feliz. Tava amando. E eu compartilhava de sua alegria.
Antes de ir embora, veio aqui me dar um abraço e se despedir. Fazia um friozinho, tomamos vinho e ficamos conversando até muito tarde. Ele tentou ir embora, mas desabou o céu de tanta chuva, faltou luz. Ele ficou aqui. Ficamos juntos, abraçados, num carinho quase nostálgico. Quase uma tristezinha, nao sei explicar.
Tentamos dormir agarradinhos. O certo é que podíamos ouvir nossos corações batendo e a respiração irregular. Começamos a trocar carinhos e beijos. Beijinhos tímidos, selinhos, e fomos nos permitindo tocar nossos corpos... À luz de lanternas!!!
Eu tinha uma imensa curiosidade e receio em tocá-lo. Qualquer receio sucumbiu à urgência daquele encontro que era uma despedida. Apalpei minuciosa e urgentemente seu corpo, para apreendê-lo. Queria capturá-lo no tato, no olfato, no sabor. E, pelo visto ele também. A estas alturas, estávamos nus e latejantes.
Não... não pensávamos em transar...
Continuaríamos nos tocando e nos dando prazer, assim, só. Beijos gostosos e obscenos. Nos explorando a cada centímetro, sem falar nada. Era madrugada. Rimos, choramos.
Seios,
bocas,
pau,
mãos, e enfim...

Confessei meu antigo fetiche de comer um Negro Lindo. Com um pau imenso, forte, grosso, viril, gostoso, assim, parecido com ele. Uma bunda de encher as duas mãos! E a boca? E a língua? Meu deus... Então, ele disse que ia me dar um presente. O melhor presente que eu poderia merecer...






foto by: http://aiosnegros.blogspot.com/

a Gênesis

Um dia a gente cansa.
Tanto desejo contido.
Tanta noite se masturbando, pensando em alguem que não vem, ou que já foi.
Um dia a gente se exaure. Morre pra vida.
Antes que isso aconteça, o poder das vísceras te sacode toda. Se rebela e faz a Terra estremecer. Teu chakra básico não suporta mais ser embotado e parece que todas as mulheres, toda a ancestralidade deste Planeta, te convocam para o ato de Criar. Mover essa força de amor e de tesão no mundo!!!
Um dia a gente cansa de ser platéia. Cansa de sonhar um sonho oco e estério.


E nesse dia milagres miúdos cotidianos surgem.
" No princípio era o Verbo "



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