A gente apertou o pause
Era um filme picante...
Tínhamos feito um jantarzinho. Esperávamos mais amigos para aquele fim de semana. Já no jantar trocamos agrados e elogios, comida na boca de um e de outro, criando um clima de intimidade.
A enorme casa da praia tornara-se quase fantasmagórica e eles queriam povoá-la de pessoas amadas. Mas o mal tempo não permitiu a chegada de outras pessoas.
Espalhamos nossos colchões em frente ao fogo da lareira, bebericando e conversando. O Rafa sugeriu um filme. Estávamos já meio sonolentos mas era tão cedo, apesar do frio e da escuridão. Achei inútil discutir sua escolha. Não havia outra opção no momento e eu tinha certeza que eu pegaria no sono em seguida.
O filme era a história de um casal de artistas com gênio incompatível. Viviam uma relação neurótica até que conheceram uma garota e a relação à três...
Passado os 10 primeiros minutos de filme, começamos a sentir muito calor sob as cobertas. O o Rafael se levantou e foi buscar mais petiscos para degustarmos e sem me dar conta, se instalou longe da Deise, deixando-me entre o casal. Isso me provocou uma excitação inexplicável. Eu nunca tinha o sentido assim tão perto de mim. Não havia percebido, mas a Deise já estava só de lingerie, sob as cobertas e me sugeriu: tá quente, né, tira isso dai. Deise é uma gata ágil. Não me espantei que tivesse tirado o pijama tão rápido.
Comecei a me despir atrapalhada e logo vi quatro mãos me ajudando. Fiquei meio intimidada, disfarcei minha excitação e preferi aceitar a gentileza de meus anfitriões. Pensei que era loucura da minha cabeça aquele arrepio na coluna, sem sentido... eles só estavam sendo carinhosos e eu não tinha que encucar, afinal, ninguém estava nu, era só o calor das cobertas.
Você encostou seus pés nos meus e comentou: pezinho de picolé como a Deise, olha amor.
Falou enquanto passava o braço sobre minha barriga, para alcança a Deise. Senti seu braço musculoso e forte... Ela respondeu: oh Rafael, então vamos esquentar eles .
Eu fiquei imóvel. Achei graça. Os dois ali empenhadíssimos em aquecer meus pés, tocando seus próprios pés com os meus. A Deise colou em mim e eu podia sentir os seus seios perto dos meus. Ai meu Deus... Que situação... Eu nunca tinha sentido uma mulher, assim, tão grudada em mim...
Mas alguma brincadeira entre eles aconteceu e meus pés não eram mais o foco. O filme rolava.
Deise e Rafael eram muito astral, brincalhões. Diferentes do casal do filme. Simplesmente estavam de lutinha, mas nem se preocuparam se faziam isso sobre mim!!! Eu já estava às gargalhadas. Acabei sendo envolvida e virou um ringue 2 contra 1.
Travesseiros espalhados, roupas lançadas à distância. Parecíamos adolescentes de férias no casarão.
Mas algo no filme nos capturou de volta.
Era uma cena onde os personagens se fotografavam.
Lindas fotos P&B. Lindas mulheres, lindos nus.
Nossa respiração ofegante. Algumas risadinhas nervosas.
Alguém de nós naquela bagunça, sem querer apertou o controle remoto.
Apertou o pause.
Paramos no ponto em que as coisas precisam mais do que desejo e tesão.
Onde precisamos fazer as coisas com amor.
E nos entreolhamos surpresos.
A Deise tomou a iniciativa, me abraçando e me beijando na boca. O Rafael a seguiu, me abraçando meio desengonçado por trás e alcançando-a. Eu tremi assustada. Ela sussurou: a gente te deseja muito, linda. Isso também é novo pra gente, mas você confia em nós?
Falou isso enquanto me fitava e vi espanto em seus olhos também. O Rafael tava meio sem graça, então entendi que nada daquilo fora planejado. Confiei. Relaxei entre eles e o abraço foi ficando mais aconchegante. Fui me moldando a eles. Ficamos, nos balançando-abraçando como se dançássemos uma música a três. Acariciávamos-nos timidamente, alguns beijos que logo se tornaram mais permissivos. As carícias ousavam....
Nos deitamos e lentamente terminamos de nos despir. Nos estudando a cada gesto. Eles me acariciavam muito, pareciam encantados. Me falavam coisas deliciosas, me elogiavam. Em nenhum momento senti que estava de fora daquele casal. Eles exploraram meu corpo com desejo e curiosidade, com prazer. Tenho calafrios quando lembro que fui mamada por duas bocas... ou enquanto a Deise lambia minha buceta o Rafa passava as mãos por todo meu corpo, e me beijava deliciosamente.
Nos revezamos, sem palavras. Foi a vez da Deise ganhar carícias. E o Rafa não fez mais ou melhor com ela, do que comigo. Lembro de ter visto seu olho brilhar fascinado quando me viu retribuir na Deise a lambida íntima... disse no meu ouvido: deixa eu ver sua língua entrar nela? e eu deixei, enquanto ele olhava e massageava-lhe os mamilos vigorosamente.
Embora excitadíssimos queríamos nos explorar e nenhum de nós queria gozar antes de dar prazer ao outro.
Chegou a vez do Rafa. Nos deitamos sobre ele. As duas. Seios encostados em seu peito. A Deise foi esfregando sua buceta molhada por sua coxa de um lado e eu fazia o mesmo do outro. Carícias, muirtas carícias. Viramos ele de costas. Eu cai de boca na sua bunda, lambendo seu cuzinho. Aquela bunda gostosa... a Deise, olhava encantada enquanto sugava cada um dos dedos do seu pé. Subi por suas costas, lambendo e beijando, tomando seus cabelos na minha mão e beijando-o na boca. A Deise então pediu que ele levantasse a bunda pra gente e me chamou. Entendi na hora o que ela queria... queria que eu continuasse a lamber seu cuzinho enquanto ela lambia seu saco... seu pau. Eu fiz. Ele não aguentou muito naquela posição então ele se virou e continuamos as duas a chupá-lo, com muita suavidade pois ele estava excitadíssimo. Fiquei com receio de por seu pau na minha boca, mas quando vi a cara de tesão da Deise, compreendi que não tinha ciúme algum. Ela estava extasiada em nos olhar... pediu que eu agarrasse o pau com as mãos e passasse a língua na cabecinha... ela simplesmente olhava sem acreditar e dizia: lindo...lindo...
Estava tudo muito gostoso. A Deise tremia de tesão, mas se levantou e foi buscar algo. Eu aproveitei pra para me aninhar ao Rafa, enquanto esperava-a. Nos olhávamos e nos cuidávamos mesmo a distância. Nunca perdemos o contato a três. Ela voltou com as mãos cheias de camisinhas e me disse: você vai primeiro, linda... como você quiser...
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