Georgia,
tu tem a força da Natureza super viva dentro de ti e isso me encanta. Tem o cheiro de uma mulher selvagem, que respeita e segue o instinto, a própria Natureza.
Tuas duas mamas fartas apontando para mim, meu peito, minhas mãos meu rosto, meu abraço como bússolas. Como dois grandes sóis a me mirar no meu deserto particular.
É estranho isso, pois não sabemos como é o rosto um do outro. Não sabemos ao certo nossas idades, nem nossa altura. Sou alto, você é quase baixinha? Chocolates que derretem no sol e dançam assumindo novas formas... Línguas que sugam o chocolate derretido. Nos teus dedos.
Serie eu uma enorme barra de chocolate branco a espera das tuas mãos?
Te desejo. Desejo o teu corpo, Desejo o jeito como você me deseja. E gosto de tudo isso, a simples complicação dessa correnteza de palavras ao vento empurrando nossos barquinhos de papel, um para a tempestade solar do outro.
Agora tenho vontade de te ver de verdade, de saber como são os teus olhos, como tu cruza as pernas, como é o teu sorriso, que brincos vai usar, como vai fazer para esconder ou revelar partes desses meus dois amores... como vai olhar as minhas mãos grandes...
São tantas perguntas que emendadas tecem um sonho, uma fantasia que acho que merece ser vivida.
O que você acha de eu ir ao seu encontro com a cola transparente do sol soldando o mundo?
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