
Meu corpo quer.
Meu coração, dentro do meu corpo, quer.
Meu pau inundado, maré alta da vida. Vermelho, espelho, latejando. A cabeça viva, totalmente enrijecido, desperto. Uma antena captando a pulsação das bucetas da minha rua, do meu bairro, desta ilha que cheira a sexo em cada olhar.
Quero possuir uma mulher. Chegar ao seu epicentro, dominá-la, imobilizá-la e penetrar superlentamente sua fenda. Antes quero amassar essa mulher no meio dos meus braços, moer sua pele com minha língua. Sua pele de tapete... quero sentir o gosto dela em cada curva. Quero sugar seu reguinho e tocar seu botão mais íntimo com a ponta da minha língua e sentir seu arrepio de medo, desejo e entrega.
Quero ouvir o tremor de sua pele trepidando enquanto ela goza na minha boca. Quero tomar seu líquido de mulher.
Fui buscá-la na esquina marcada. Ela entrou no carro sorrindo. Super ruiva, unhas vermelhas e aliança brilhando.
Que saudade... ai dessa boca...
Disse me beijando como se fosse Cleópatra e eu um escravo bárbaro que a divertiria por alguns minutos. Correspondi ao beijo. E logo a mão dela já buscava meu joystick. Apertava com força. Fome. E sede... e sua boca começou a sugar, engolir e se enterrar NELE.
Ter um pau é algo maravilhoso, mas, com a delícia que ela me chupava, desconfiei que pegar um pau emprestado deve ser tão bom quanto. Passou um casal de moto, na rua deserta. Ela ouviu o motor se aproximando e eu disse pra ela ficar abaixadinha. A película do carro nos isolou do mundo e ela continuou sugando. Ia até a base e - lá embaixo - mordia o pequeno tronco e então voltava.
Lembro dela enfiando a língua na fenda dele, lembro dela me olhando hiper tarada, sem parar de chupar. Lembro das suas duas mãos agarrando o mastro e da sua língua passeando pelas bolas. Até a louca... shhiuf, fazer a sucção de uma das minhas bolas. Um arrepio subiu pela minha coluna. Tive medo, enquanto ela puxava com a boca minha fábrica de testosterona.
Subindo pelo meu tórax e serpenteando o meu pescoço ela falou no meu ouvido:
Dá leitinho pra tua puta, dá!
E voltou lá embaixo para buscar seu néctar. Em poucos segundos ela foi extraindo o doce rio das sementes e foi tomando tudinho... tudinho até me deixar semi anestesiado, encostado na poltrona do carro, enquanto ela limpava toda sua fábrica de leite.
Segurei-a pelos cabelos e pescoço e dei um mega beijo louco nela. Pena que já era tarde e tínhamos outros compromissos...
Enquanto dirigia, olhei pra ela. Tinha prazer no rosto e deixou escapar a frase Que delícia. Acho que saboreava um pedaço do meu eu. E eu eu gostava de ser um pouco dela.
Devidamente amamentada, ela pediu que eu a deixasse perto do super.
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