Eu tinha 29 e ela 49 anos. Esse detalhe por si só me enchia de tesão e expectativa. Como seria estar com uma mulher assim? Estacionei em frente ao mar e fiquei olhando as bicicletas, as pessoas caminhando, correndo, os cães passeando... O sol ainda enchendo o mundo de brilho no final da tarde.
E então o carro dela surgiu, grande e misterioso como tudo que eu sentia ali, esperando. Eu não conhecia seu corpo, nem por fotos. Apenas sua voz, suas palavras e sua sintonia. Para mim isso era suficiente, porque confio no instinto. A Natureza abre os caminhos e as freqüências para quem quer e precisa encontrar alguém.
Entrei no carro dela.
Loira, linda. Vou chamá-la de Regina porque ela tem a postura de uma rainha. Estilo matrona, sim italiana. Seios grandes, vestia uma camisa branca com poucas flores cor de creme (uma marca dagua de flores, algo sensível e discreto). E uma saia curta, alguns dedos acima do joelho, cor bege. Sandália branca. Pensando agora, se eu fosse analisar, era uma mulher bem incompatível para mim. Era uma mulher acostumada a estar com homens engravatados, trabalhando no circuito jurídico-empresarial.
Acho que ela em algum momento pode ter pensado que estava fazendo uma loucura ou algo desnecessário... Mas isso logo se desfez quando começamos a conversar, a nos olhar... E ela viu, sentiu, o quanto me fascinava estar com ela, o quanto ela me seduzia ao máximo, o quanto aquela situação estava gostosa.
Ligou o carro e fomos para uma praia menos movimentada. Ficamos conversando dentro do carro, na sombra de umas amendoeiras. As palavras foram aos poucos se transformando em toques... a pele branca, macia, o olhar dela até hoje me comendo, mãos que se encontram, peitos que se encontram, línguas, carinho e tesão.
Ela dirigia sua máquina e eu aproveitava para explorar seu corpo, mas ela ficava muito desatenta no volante e tive que esperar um pouco. Na garagem do motel ficamos namorando. QUE PERNAS aquela italiana, parcialmente esticada, o salto apoiando no painel, sua saiazinha descendo gravitacionalmente, mostrando suas COXAS maravilhosas. E uma calcinha branca... o setim reluzindo, cheiinho daquela xaninha... Fui mergulhando no corpo da minha amada, conhecendo (penso que algo desesperado, fosse hoje eu provavelmente agiria em slow motion) mas naquela hora, eu só queria chupá-la até chegar em sua semente e fazer brotar, florir aquela flor vermelha quente e molhada. Ela sentiu, se mexeu, gemeu, falou loucuras... Seu cotovelo esbarrou no volante e tocou a buzina. Segui sorvendo sua fonte. Mas ela tocou de novo na forte buzina do carro e decidimos sair da garagem e ir para o quarto, antes que aparecesse alguém para verificar o barulho.
Tomamos um loooongo banho superjuntos e ali, na fluidez da água, cada segundo era mágico. Estávamos na mesma freqüência desde nosso primeiro contato virtual. Ela me deixou super excitado e então pediu para ir para a cama.
Ficamos 4 horas naquele quarto. No início eu não me sentia capaz de satisfazê-la, não tinha achado um caminho, um ritmo para seduzi-la. Uma mulher grande, um homem grande e parecia que o meu pau não entrava até onde deveria... Parecia que eu não conseguia chegar ao seu fundo. Mas a fricção, a delícia, o magnetismo foram aumentando. Fui abraçando, apertando, envolvendo, me entregando para ela e aos poucos ela foi se encaixando, se curvando, foi ficando mais sinuosa. Colados, no ritmo de dois corações. Quando a senti gozar estremecendo e inundando meu pau com sua fonte térmica me senti muito bem. Um sorriso safado, gostoso, especial no rosto dela. Continuamos a brincadeira. Ela me fez gozar. Conversamos um pouco e logo eu já estava orbitando seus grandes seios. Ela pedia que eu os mordesse forte e de leve ao mesmo tempo. Só de lembrar me dá água na língua.
Estávamos super tesudos, abraçados num longo beijo. Levei minha mão para a sua grande e maravilhosa bunda e ela fez o mesmo. Eu a segurava com as duas mãos e ela também me apertava forte. Gostoso, sincrônico. Então meu dedo rumou para os arredores do cuzinho dela e ela fez o mesmo comigo e foi adiante. Senti, assustado, seu dedo (penso que o indicador) forçar a entrada em mim.
Hoje penso que foi algo que ela fez na energia do tesão, sem muito jeito e para me provocar (e sim, dar prazer). Talvez ela estivesse me dizendo que queria que eu fizesse o mesmo nela... Ela era uma mulher completa, iniciada e adepta de todas as artes no hemisfério oriental do corpo. Mas na hora me assustei e saí do clima, eu era um garotão mexendo com uma pantera, uma onça, uma loba... um mulher de verdade.
Continuamos nosso encontro com mais do mesmo, mas hoje vejo que frustrei algumas expectativas dela. Não que ela tenha ficado triste, quando tudo terminou estávamos leves, carinhosos, sorridentes e famintos. Mas se fosse hoje acho que seria ainda mais prazeroso. Se é que vale a pena ficar medindo o prazer, algo que deve ser vivido e sentido.
Eu a encontrei outras vezes e vou relatar aqui algum outro dia.
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