sexta-feira, 4 de maio de 2012

lua 1

Enquanto dirigia, à caminho do trabalho, viu a LUA CHEIA ENORME no horizonte baixo. A tarde ia terminando e a noite começava cheia de desejo.
Via as mulheres caminhando, esperando ônibus, andando de bicicleta
suas bundas, seus seios, seus cabelos, seus olhares.
Sentia ÁGUA NA BOCA pela natureza humana e seu pau inchava, como se uivando para a lua.

(- AGORA TU ESCOLHE UMA MULHER, GEORGIA! QUE TESÃO....QUERO UMA MULHER QUE TENHA ALGO GRANDE NO SEU CORPO!
- hãmmmm?! desenha! não entendi!
- QUE MULHER VAI DAR PRA ELE? QUERO QUE ELA SAIA DE DENTRO DE TI!)
...
Ele está caçando
dirigindo e caçando, possuido pela lua cheia
então ele viu.
Ela era toda grande.
Uma mulher real
1,75
Corporal
Expressiva
Ele a olhou e sabia que o corpo dele precisava do corpo dela.
Aquela mulher que aonde chega é impossivel não ser vista.
Aquele corpo não precisava de nada...de ninguém.
Uma taurina de ancas largas

(-AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!!!!)

Pernas grossas e tesudas, duras.
ELE DE CARRO SALIVOU. A COMEU COM OS OLHOS, ENQUANDO A VIA, CAMINHANDO.
NãO AGUENTOU E TEVE QUE PARAR O CARRO.
Seu passo exigia passagem. Suas pernas como um andor de tanta santidade
Ventre fertil. Mulher redonda
A OBSERVOU PELO RETROVISOR. SEUS PASSOS DE RAINHA, PESADA, DURA, GRANDE, CHEIA DE ENERGIA.
SEU CORPO UM POUCO SUADO COM O PRIMEIRO CALOR DO ANO
Fofa, macia e seu tônus denunciava sua altivez.
ELE ACOMPANHOU O CAMINHAR DELA
COMO SE ELA FOSSE A FINAL DA COPA DO MUNDO
E QUANDO ELA PASSOU EM FRENTE à JANELA DO CARRO
SEUS OLHARES SE CRUZARAM
Deixava um rastro de pescoços virados...exalava um cheiro fêmea
SEUS OLHARES SE SOLDARAM
Ela viu
da calçada
um carro
algo chamou sua atenção (...)
ELA CHEGOU A PERDER A PASSADA E ELE SENTIU A BARRIGA ARDER. SEU PAU INFLOU DE SUPETÃO. UM TSUNAMI DE DESEJO IRRADIANDO(...)
(...) quizás a manobra cuidadosa?
(...)EM SEU FALO.
AGORA SEU PAU ERA UMA ANTENA CAPTANDO O CHEIRO DELA

(- minha fêmea não perde a passada!)

QUERENDO A CADENCIA DELA

(- rsrsrsrsrs
- TÁ, RSRSRSRSRS, TE ADORO)

ELE QUERIA FALAR:
- ENTRA AQUI MEU DOCE DE CASAMENTO

(-hahahahahahahha)

OU ALGO MAIS INSANO

(-não inventa, isso de casamento é ridículo...rsrsrsr
-TÁ , EHEHEHE)

ELE QUERIA FALAR:
-  ENTRA AQUI, EU TE LEVO.
MAS NAO PODIA
NAO PODIA ERRAR COM ELA
FALOU
- COM LICENÇA...
E ELA PAROU
ERA UM MONUMENTO BANHADO PELO SOL

(- ela é branca cera, PoulLi...)

SUA LiNGUA
cabelo preto
e se vê  cores róseas paseando no seu corpo
quando se excita

(- CAIU MINHA NET!
-perdeu o texto?
- NãO PERDE O TEU TEXTO, PERDI O MEU!)

SUA LÍNGUA
 QUERIA DESLIZAR POR AQUELA MONTANHA DE PRAZERES

(-Eu salvei esse aqui)

MAS ELE TINHA QUE FALAR ALGO
E ENTãO ELE DISSE:
-VOCÊ, VOCÊ,...VOCÊ É TÚMIDA...
ELA FEZ UMA CARA DE QUEM NAO TINHA ENTENDIDO
DIREITO:
-QUE? QUÊ?
- EU DISSE QUE VOCÊ É TÚMIDA, COMO A LUA. TE VER PASSAR, ASSIM,
MEXE COMIGO
e ela...
E ENTAO ELE SAI DO CARRO
sem desconcerto algum
E FICA NA FRENTE DELA, DELIRANDO COM A DELICIA FOFA ENORME, SABOROSA DELA.E ELA CAPTA TUDO, E FICA MAIS TÚMIDA AINDA...
como se fora a própria lua caminhante
E NOTA O PAU DELE EXPLODINDO, ESCRAVO AMARRADO SOB O JEANS.
eLE  SE APROXIM.
DÁ PARA SENTIR A RESPIRAÇAO DE LUA BRANCA DELA
DA PRA SENTIR SUA VIBRAÇAO...
A lua branca, ganhando as cores rosa, percorrendo arripiosa
seu corpo, tímido, tesido, úmido - tesudo

(-AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!!!!
- QUE DELICIA!!!!)


Aquela lua grande
degustava sua valentia...
SEUS MAMILOS REAGEM, APONTAM CONTRA O SUTIÃ
afinal, seu tesão ainda era um segredo...

(- MAS ELA JÁ VINHA CAMINHANDO COM TESÃO ?)

embora não de todo, um segredo

(-VIVA O TESÃO!
-é,  mas era um tesãoo dela, ele nao tinha certeza do tesao dela por ele!
-EU NAO SEI COMO ELE VAI FAZER PARA CHEGAR NA LUA...
-ou tinha?
-ELE NÃO TINHA
-hahahahahahahahaha, ótimo... rsrsrsrs
-MAS VIU OS BICOS!!!
-vamo terminar assim!?
- "VIU ELA FICANDO ROSA"... ?
- "ele nâo sabe como chegar na lua (...), hahahahahahahahahahahahahaha, ótimo final,
porque a lua É muito grande. e ele poderia ser miudinho, tipo, ela engoliria ele todinho...
-ISSO!!! TEM QUE ENGOLIR ELE! ENSINAR ELE A TER MODOS!
-imagina a vagina dela?!
-RESPEITO, ELA TEM QUE ENSINÁ-LO A TER RESPEITO...EHEHEH)

ENTAO ELA PEDE UMA CARONA PARA ELE

(-era muito...entende... muito grande e gostosa, nesse sentido de engolir)

ELA TEM UMA SUPER BUCETA LINDA E GIGANTE

(-é!)

E FAMINTA

(-isso!!! gulosona!!!)

E A FORÇA DELA VEM DE Lá

(-wou!!!)

E ELA NÃO TEM MEDO

(-claro!)

ELA PEDE CARONA PRA ELE

(-ou ela poderia pedir pra ele carregar as compras pra ela, rsrsrsrs
- LEGAL...)
-bom, o que é mais viril? dirigir ou carregar as compras?)


ELE OFERECE CARONA


(-hahahahaha!)

ELA DIZ QUE MORA PERTO

(-é)

ENTÃO ELE DEIXA O CARRO ALI
E CARREGA AS COMPRAS
ela imagina
como aquele homem franzinho

(-VOU ME TOCAR ENQUANTO VC ESCREVE)
-ei! pára ai!
-DEIXA, VAI...
-pode te concentrar aqui!
-SRSRSRS)

ELA FICOU BRAVA E ENVAIDECIA COM ELE
POR ELE SER ESPONTâNEO, TESUDO E QUERIDO

(-brava?)


MAS QUER DAR UMA LIÇÃO


(-uma deusa nao desperdiça braveza...é curiosa...)

ESSA DEUSA ME DA áGUA NA BOCA
em pensar que sua buceta engoliria seu pau com as bolas
SUA BUCETA DESAGUOU COM TUDO AQUILO E AQUELE SOL QUASE OS CEGANDO E ARDENDO

(-que sol??? hahahaha, to pensando que é de noite, é lua, pô!)

ELA QUER O PAU E AS BOLAS

(-hahahahaah)

ERA FIM DE TARDE

(-EHEHEHE
-hahahahaha, q viagem nós dois, escrevendo...hahahahah
-POR ISSO ELA TA SUADA E IRRITADA, EHEHEHEHHEHEHEHHE.
QUE DELICIA SE ELA ENGOLIR ELE INTEIRO...ADOREI ESSA PARTE
-deixa esse sol pro cafÉ da manhÃ
-TÁ, MINHA DEUSA...
-serÁ q isso é possivel? de verdade...
-EU IA TE PERGUNTAR...
-hahahahaha
-MAS ACHO QUE EH
-é? se ela for pedófila?
- SE O CARA FOR MIRRADO E ELA GIGANTE?
- mas pô...
- DEVE SER MUITO GOSTOSO...
- as bola nao ficam tâo duras como o pÊnis! tà, no nosso conto, pode
- ELAS CRESCEM UM POUQUINHO, MAS PODEM ENTRAR SIM,
OLHA NA TEORIA EH PERFEITAMENTE POSSIVEL
- entÃo! sim, sim!
- ELA VAI COMER ELE!
- ela engoliria todo aquele homem...-ei!
-CAIU DE NOVO, ACHO QUE O COMPUTADOR TA COM TESãO
- sei... quer acabar? diz!
- QUERO ACABAR MAS NAO AGORA
- ok
-QUERO SABOREAR TUDO ISSO
- ok
- E ESSA NOSSA CONEXÃO LINDA E DIFERENTE
- pÁra de escrever um pouco pra eu salvar...
- TÁ.
- ESSA MULHER IMENSA É UMA DELÍCIA, GEORGIA...)
(...)

sábado, 4 de setembro de 2010

Saia

Chegou silenciosa.
Camisete branca fechada até o pescoço e a
saia reta , que insinuava seu redondo joelho.
Esmalte claro
Brincos pequenos.
Maquiagem básica, cabelos lisos.
O salto médio confortável delineava as pernas revestidas de fina meia.
Tudo muito clean, muito executivo e formal.
Subindo a saia alguns centimetros se poderia ver que
a meia 7/8, segura por uma linda renda, torneava sedutoramente seu quadríceps.
O cheiro que exalava...era irreal.
Uma doçura ...
Sob a saia, nao se via marca alguma de sua calcinha.
O tecido não permitia?
Ninguem notou. Nem mesmo um tarado por bundas perceberia
Exceto...
Exceto outra mulher.
Enye, sua colega de escritorio desconfiou, e a desconfiança lhe molhou a calcinha.
Mas como tirar a prova? Como ter certeza?
Precisava ser sutil, era seu local de trabalho.
Lá pelas tantas o destino ajudou.
Problemas no computador exigiram que as duas trabalhassem lado a lado.
Enye controlava sua curiosidade e seu crescente tesão.
Amanda, concentrada seguia sua tarefa.
Quando Amanda se dirigiu a outra mesa,
Enye empurrou algo no chão sob a escrivaninha que ocupavam.
Amanda se voltou rapidamente o olhar mas voltou a se concentrar
e Enye se desculpando abaixou-se para pegar as coisas que cairam.
Enquanto recolhia tudo no chão, pode ver claramente
sem a menor dúvida...
As pernas de Amanda estavam relaxadamente entreabertas.
Aquele ínfimo instante pareceu durar horas.
Amanda estava sem calcinhas.
Enye pode apreciar a xana rosa de sua colega, um delicado tufo de pelo sobre o púbis, a emoldurar tal visão. Enye salivou de prazer, louca pra provar aquela iguaria e dai...

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Concubina

Eu te espero
Não importa quanto tempo passe
meu Rei Sol.
Eu te espero.
Me banho,
me perfumo e me embelezo
Pensando no prazer
que sentes
quando me mandas ficar de quatro
e tu lambes e cheiras meu cú
inspecionando-o
meticulosamente preparando-o para ti.
Os esmaltes de minhas unhas
devem ser
na sua cor preferida.
Meus cabelos soltos.
Não permito um único pelo
nela
Para que sua língua
só encontre maciez.
Esperarei, meu
Amo.
Para que tu mesmo escolhas
meus brincos
minha roupa
minha maquiagem
e meu humor.
Esperarei que tuas mãos vistam meus seios
e no teu desejo
destrua minhas roupas
me tomes com volúpia
me penetres
onde quiseres como quiseres.
Sem pudores
sem perguntas.
Eu te perdou
por não me deixares sair daqui.
Eu te entendo
meu Senhor.
Não devo me cansar.
Minha pele precisa de repouso.
Eu entendo se me privas
do mundo lá fora.
Tantas guerras, intrigas, crueldade
Para que?
E se me deixas alguns dias sem comer
é só porque meu Senhor, eu sei
Mais avidamente vou te chupar
até
que teu gozo leitoso
doce e quente
me alimente.
Tudo o que fazes
assim, tão planejado,
meu Algoz Amor
Eu sei.
É para que
quando chegues
eu esteja
desejosa e
entregue
e enfim, assim
tão dedicada, meu Senhor
esta seja
a única razão pra eu viver.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

A cidade das Bandagens.

Na cidade de Ganaya Amaya
as mulheres desposadas e que são mães, ou que têm vida sexual ativa, são chamadas Ganayames. Usam adereços nos cabelos e vestimentas de cores vibrantes que as distingue das crianças e adolescentes.
As vestimentas de uma Ganayame, recobrem todo o corpo. São feitas de tecidos que se assemelham a imensas bandagens de algodão, só que de tecidos muito mais finos e belos. Gigantes ataduras perfumadas e coloridas são enroladas parcimoniosamente nos corpos das mulheres, por toda a pele, num país onde reina o Sol.
Ganayames acordam muito cedo. Só saem de casa depois de cumprido o ritual: banham-se em água e óleos perfumados; penteiam-se e maquiam-se. Toda sua vestimenta exala perfume. Por baixo das delicadas combinações de panos as mulheres estão nuas.
Quando eu estive lá, a princípio me encabulava muito, tudo aquilo. Já explico. As vestimentas dos adolescentes e crianças eram como túnicas, bastante belas, porém recatadas e não me causavam embaraço, mas os efeitos que produziam as vestimentas femininas...
É absurdamente espetacular ver uma Ganayame mover-se sobre suas vestes. Todas as suas curvas recobertas são desveladas no seu caminhar.
Seios
coxas,
bunda,
pêlos pubianos...
tudo escondido,
transparecido,
revelado.
As vestes masculinas são da mesma forma, porém compostas com tecidos mais firmes. Retratam deliciosamente todo o corpo do homem, mas não há transparência. Pode-se perceber claramente quando ele está excitado e toda a população age de forma natural diante disto.
Todos...Menos eu...
Tive que me controlar inúmeras vezes para não fixar demais meus olhos sobre aqueles corpos.
Eu era alvo de muito riso.
Por mais que eu tentasse disfarçar
e me concentrasse em meu trabalho,
naquele país,
eu passava meus dias
em completo tesão.
Sentia um desejo enorme de tocar aqueles corpos. Sentir os músculos recobertos daquele fascinante tecido, sob minhas mãos. Passeá-las por todo o corpo. Apertar, apertar, tocar... Juro que só tocaria...
À medida que meu olhar se acostumava com o espetáculo, tornava-se um olhar mais desinibido e pesquisador. Percebi que ninguém se importava em ser devorado pelos olhos, nem se importava se devorassem sua esposa, ou marido.
Um dia eu estava sentada numa praça e vi duas Ganayames caminhando. Não desviei o olhar. Fitei-as vindo em minha direção.
Eu podia ver seus grandes lábios sob as coloridas bandagens.
Seus seios generosos,
e o contorno das ancas.
Elas passaram e me sorriram com a maior naturalidade,
envaidecidas com meu olhar.
Quando pude ver suas nádegas,
pareciam estar ainda mais rebolantes.
Tive que conter meu impulso de cair de língua naquelas duas...
Nossa!
Eu pensei que ia gozar em público!
Depois deste dia perdi completamente meu pudor em olhar e deleitar-me.
Uma noite, quente como sempre era, jantei no próprio Hotel e me permiti ficar na espreguiçadeira da piscina.
Do meu apartamento eu sempre ouvia alguma algazarra ali e pelo visto ela só estava começando.
Sem a menor cerimônia, homens e mulheres despiam-se e mergulhavam.
Não sei se não se deram conta de que eu estava ali, porque eu sempre soube que eles se despiam sem cerimônia entre eles, mas que evitavam isto na presença de estrangeiros.
Embora minha cabeça me mandasse sair, eu estava paralisada.
Vi um homem despir sua Esposa.
Era uma senhora e seu corpo poderia até nem parecer tão belo, para os nossos padrões, mas a cena que vi, foi lindissima.
Ele começou a “desenrolar” os tornozelos dela.
Criou um caminho em suas vestes, deixando-a livre entre as pernas e então, meteu ali sua cabeça.
Quase tive um choque diante de tanta intimidade em público, mas depois percebi que ninguem se alterou com a cena. .
O marido ia aproximando seu rosto
no centro de prazer de sua mulher e se afastava.
Depois entendi que ele ia cheirando-a, simplesmente!
Aproveitando seus aromas mais intensamente, camada por camada.
Outros casais ou mulheres com outras mulheres se ajudavam.
Se despir é uma tarefa tão trabalhosa! Mas eu só ouvia risadinhas e expressões que me pareceram de carinho entre eles.
Quando faltava apenas uma camada de tecido eles farejavam a mulher/homem, centímetro por centímetro e... Pasmem!!!
Faziam exatamente o que eu senti vontade em fazer: Passavam a mão por todo o corpo delas/deles, apalpando, agarrando, acariciando.
Eu estava trêmula de desejo...
Desesperada...
Precisava me tocar.
Comecei a passar minhas mãos pelo meu corpo
imitando grosseiramente o que eu via.
Queria me masturbar, mas ao mesmo tempo,
queria estar ali, presenciando o que aconteceria.
Todos se tocavam com naturalidade.
Percebi que eu era a única enlouquecida ali.
Eles até poderiam estar sentindo muito prazer, mas longe de transarem em público, em grupo, ou algo do gênero.
E assim, recobertos por uma única camada de tecido, eles nadavam.
Era tão lindo ver isto!!!
Falantes, risonhos, carinhosos, sem pudores banais.
Não se percebia uma passada de mão maldosa, um “tapinha”, e até onde eu entendia o idioma, nenhuma palavra obscena ou pornográfica.
Fiquei ali quietinha. Delirante de desejo.
Alguns minutos depois, caí de biquini na piscina.
Ninguém me deu bola.
Era ainda mais tesudo ver aqueles corpos molhados enrolados em panos transparentes. Ai...
E os cheiros...
A água ficou perfumada.
Enquanto eu nadava observava os homens e mulheres saindo da piscina.
Pensei que tinha visto tudo, mas...
Eles começaram a se lamber...
Sorviam a água dos tecidos nos corpos uns dos outros!
Saborosamente, nos lugares mais apetitosos!!!
Sugavam, sugavam...
Seios, bucetas, bundas e cús e paus.
Cada duas pessoas secavam uma.
Revezavam-se harmoniosamente, mas com certa pressa.
Então, parei de resistir: peguei um flutuador cilíndrico, do tipo spaguettti, pus entre minhas pernas e comecei a flutuar.
Afastei discretamente a calcinha e toquei meu grelinho - GRELÃO.
Senti parcialmente a textura do flutuador e estremeci.
Quanto mais tesão eu sentia, mais devagar fazia tudo.
Estava sozinha dentro da piscina.
Os casais e grupos, ainda se sorviam e riam gostoso.
Ninguém saiu dali às pressas ou começou a se comer em público.
Era tudo tão erótico e ...familiar...
Apesar do tesão eu tinha plena consciência de que minha presença ali, deveria continuar sendo ignorada.
Discretamente tirei minha calcinha.
Ainda mais lentamente acomodei minha buceta, naquele redondo flutuador.
Ela abraçava-o gulosa.
Quente,
inchada,
exigente.
Se fosse possível ela engoliria deliciosamente aquele spaguetti.
Comecei a fazer braçadas de um nado qualquer e a cavalgar no flutuador.
Mergulhei e o gozo veio.
Ai!
Que explosão impossível de conter!
Continuei simulando meu nado, ora, respiro ora mergulho
e minhas ondas formaram deliciosas e imperceptíveis ondas na piscina.
Aquela piscina de água quente e perfumada.
Via homens e mulheres se sugando à luz da Lua e me derramava ainda mais em gozo.
(Logo fui entender que aquele povo sempre fazia assim quando se banhava nas termas. Apesar do tecido secar muito rápido, justamente as partes íntimas úmidas poderiam causar desconforto. Sugavam-se com sofreguidão para aproveitar melhor as propriedades medicinais da água que se potencializava no próprio corpo e evitaria qualquer desprazer. Quanta sabedoria...)
Fiquei dentro da piscina por muito tempo.
Os Ganayames continuavam por ali, quase em sua maioria.
Alguns mergulharam novamente, outros apenas se refrescavam nas bordas das piscinas. Recoloquei minha calcinha, e quando eu estava saindo da água percebi alguém me tocando no ombro direito.
Quando me virei vi um jovem senhor me olhando com uma cara muito séria...

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Casadinho

Algumas pessoas encontramos sempre e não conhecemos. Almoçávamos no mesmo lugar. Ele não era um tipo que chamasse à atenção. Homem comum, estatura mediana, uns 10 anos mais velho do que eu. Um dia resolveu falar comigo. Perguntou as horas e eu dei conversa. Dia seguinte me chamou pra um café.
Ele não me atraía sexualmente, mas senti uma curiosidade sobre ele. Descobri que sua profissão exigia extrema concentração e precisão. Ele quase nem falava, durante horas. Pensei que era timidez, mas era dedicação, mesmo.
O café evoluiu para um chopp. Ele não perdeu tempo, deu uma bela olhada no meu degote e fez um comentário de tirar o fôlego.
Mas, ainda assim eu achava impossível ter algo com ele. O cara foi paciente. Um dia ele confessou que estava de olho em mim há muito tempo. Eu não tava levando muita fé naquilo... Mesmo sem tesão aceitei o convite pra passarmos uma tarde no motel. Inteligência e competência podem ser afrodisíacos.
Quando eu cheguei lá, para minha surpresa a suíte tinha sido preparada com flores, sais, incensos e as coisas mais deliciosas pra se degustar. Um verdadeiro banquete.
A tarde foi deliciosa, o amante não deixou a merecer, o banquete muito menos. Fim de tarde e percebi certa apreensão da parte dele. Disse que estava tudo muito bom e que eu gostaria de passar a noite ali. Ele disse que não poderia ficar comigo então fiz a peguntinha básica: você é casado? e a resposta foi SIM. Eu dei uma risadinha nervosa. Não disse mais nada e meti na cabeça que não ia mais procurá-lo.
Naquele fim de semana eu tinha uma festa na casa de uns amigos e imaginem quem eu encontro? Sim, ele. Resumo da ópera? Passamos a noite juntos. Na verdade, todo o fim de semana. O homem beijava muito. Era muito dedicado ao meu prazer. Caprichava nas preliminares. Gentil mas com atitude. Sabia a hora de tirar e botar, além de um delicioso repertório de posições.
Mudei de restaurante, de trajeto e até de profissão. Comecei a namorar outra pessoa, terminei, o tempo passou e nunca mais tive noticias do casadinho. Passado uns tempos, estava tomando um café e quem entra na confeitaria? O próprio. Não pude esconder minha surpresa e ele já foi se convidando pra sentar comigo. Conversamos amenidades e lá pelas tantas, ele passa a mão por debaixo da minha saia, numa pegada... e diz: saudades...
Eu ia falar qualquer coisa mas fiquei desconsertada. Ele se divertia com isso. Me passou um cartão com um endereço e disse: te espero lá amanhã, as 14. Se levantou e saiu. Fiquei ali meio de boca aberta. Acabei meu café, resolvi nao pensar naquilo e o dia seguinte chegou. Como se não houvesse mais nenhum obstáculo, era impraticável minha saída do trabalho naquela tarde. Fiquei tentando imaginar o que eu ia fazer e pensei que eu não tinha que fazer nada, pois ele nem havia deixado um telefone pra eu entrar em contato. Dai me dei conta de procurar o tal endereço na internet. Era de um Hotel próximo. Pensei: que pena ele vai esperar a tarde toda...
Lá pelas 13h aconteceu uma coisa estranha. O alarme de incêndio disparou e foi um tumulto geral. A Defesa Civil foi acionada, a Policia Federal, helicópteros e o diabo a quatro. 13:40 da tarde, um tedéu. A gente torrando no sol sem perspectiva do horário de retorno. Eu tava muito aflita e minha chefe notou e disse: se acalma filhota, não é nada, vai dar uma banda, tomar um suquinho. Te dou um toque no celular quando voltarmos. Dei um super sorriso, agradeci e sumi.
Não levei 10 minutos pra chegar ao Hotel. Fui correndo, o coração parecia que tava lutando boxe com as costelas. Quando entrei, meu celular tocou. Pensei que e era minha chefe, mas era uma mensagem com um número... o número do apartamento. Subi. Fui pela escada para poder me acalmar no caminho. Pensei que o Hotel inteiro podia ouvir meu coração. Eu estava com tesão misturado com pânico. Parei um andar antes e tirei minha calcinha. Logo eu estava diante do apartamento. Bati na porta uma única vez e ela se abriu. Ele me esperava com um sorriso bem safado e uma garrafa de frizante na mão...

O ponto em que as coisa precisam mais do que tesão e desejo

A gente apertou o pause
Era um filme picante...
Tínhamos feito um jantarzinho. Esperávamos mais amigos para aquele fim de semana. Já no jantar trocamos agrados e elogios, comida na boca de um e de outro, criando um clima de intimidade.
A enorme casa da praia tornara-se quase fantasmagórica e eles queriam povoá-la de pessoas amadas. Mas o mal tempo não permitiu a chegada de outras pessoas.
Espalhamos nossos colchões em frente ao fogo da lareira, bebericando e conversando. O Rafa sugeriu um filme. Estávamos já meio sonolentos mas era tão cedo, apesar do frio e da escuridão. Achei inútil discutir sua escolha. Não havia outra opção no momento e eu tinha certeza que eu pegaria no sono em seguida.
O filme era a história de um casal de artistas com gênio incompatível. Viviam uma relação neurótica até que conheceram uma garota e a relação à três...
Passado os 10 primeiros minutos de filme, começamos a sentir muito calor sob as cobertas. O o Rafael se levantou e foi buscar mais petiscos para degustarmos e sem me dar conta, se instalou longe da Deise, deixando-me entre o casal. Isso me provocou uma excitação inexplicável. Eu nunca tinha o sentido assim tão perto de mim. Não havia percebido, mas a Deise já estava só de lingerie, sob as cobertas e me sugeriu: tá quente, né, tira isso dai. Deise é uma gata ágil. Não me espantei que tivesse tirado o pijama tão rápido.
Comecei a me despir atrapalhada e logo vi quatro mãos me ajudando. Fiquei meio intimidada, disfarcei minha excitação e preferi aceitar a gentileza de meus anfitriões. Pensei que era loucura da minha cabeça aquele arrepio na coluna, sem sentido... eles só estavam sendo carinhosos e eu não tinha que encucar, afinal, ninguém estava nu, era só o calor das cobertas.
Você encostou seus pés nos meus e comentou: pezinho de picolé como a Deise, olha amor.
Falou enquanto passava o braço sobre minha barriga, para alcança a Deise. Senti seu braço musculoso e forte... Ela respondeu: oh Rafael, então vamos esquentar eles .
Eu fiquei imóvel. Achei graça. Os dois ali empenhadíssimos em aquecer meus pés, tocando seus próprios pés com os meus. A Deise colou em mim e eu podia sentir os seus seios perto dos meus. Ai meu Deus... Que situação... Eu nunca tinha sentido uma mulher, assim, tão grudada em mim...
Mas alguma brincadeira entre eles aconteceu e meus pés não eram mais o foco. O filme rolava.
Deise e Rafael eram muito astral, brincalhões. Diferentes do casal do filme. Simplesmente estavam de lutinha, mas nem se preocuparam se faziam isso sobre mim!!! Eu já estava às gargalhadas. Acabei sendo envolvida e virou um ringue 2 contra 1.
Travesseiros espalhados, roupas lançadas à distância. Parecíamos adolescentes de férias no casarão.
Mas algo no filme nos capturou de volta.
Era uma cena onde os personagens se fotografavam.
Lindas fotos P&B. Lindas mulheres, lindos nus.
Nossa respiração ofegante. Algumas risadinhas nervosas.
Alguém de nós naquela bagunça, sem querer apertou o controle remoto.
Apertou o pause.
Paramos no ponto em que as coisas precisam mais do que desejo e tesão.
Onde precisamos fazer as coisas com amor.
E nos entreolhamos surpresos.
A Deise tomou a iniciativa, me abraçando e me beijando na boca. O Rafael a seguiu, me abraçando meio desengonçado por trás e alcançando-a. Eu tremi assustada. Ela sussurou: a gente te deseja muito, linda. Isso também é novo pra gente, mas você confia em nós?
Falou isso enquanto me fitava e vi espanto em seus olhos também. O Rafael tava meio sem graça, então entendi que nada daquilo fora planejado. Confiei. Relaxei entre eles e o abraço foi ficando mais aconchegante. Fui me moldando a eles. Ficamos, nos balançando-abraçando como se dançássemos uma música a três. Acariciávamos-nos timidamente, alguns beijos que logo se tornaram mais permissivos. As carícias ousavam....
Nos deitamos e lentamente terminamos de nos despir. Nos estudando a cada gesto. Eles me acariciavam muito, pareciam encantados. Me falavam coisas deliciosas, me elogiavam. Em nenhum momento senti que estava de fora daquele casal. Eles exploraram meu corpo com desejo e curiosidade, com prazer. Tenho calafrios quando lembro que fui mamada por duas bocas... ou enquanto a Deise lambia minha buceta o Rafa passava as mãos por todo meu corpo, e me beijava deliciosamente.
Nos revezamos, sem palavras. Foi a vez da Deise ganhar carícias. E o Rafa não fez mais ou melhor com ela, do que comigo. Lembro de ter visto seu olho brilhar fascinado quando me viu retribuir na Deise a lambida íntima... disse no meu ouvido: deixa eu ver sua língua entrar nela? e eu deixei, enquanto ele olhava e massageava-lhe os mamilos vigorosamente.
Embora excitadíssimos queríamos nos explorar e nenhum de nós queria gozar antes de dar prazer ao outro.
Chegou a vez do Rafa. Nos deitamos sobre ele. As duas. Seios encostados em seu peito. A Deise foi esfregando sua buceta molhada por sua coxa de um lado e eu fazia o mesmo do outro. Carícias, muirtas carícias. Viramos ele de costas. Eu cai de boca na sua bunda, lambendo seu cuzinho. Aquela bunda gostosa... a Deise, olhava encantada enquanto sugava cada um dos dedos do seu pé. Subi por suas costas, lambendo e beijando, tomando seus cabelos na minha mão e beijando-o na boca. A Deise então pediu que ele levantasse a bunda pra gente e me chamou. Entendi na hora o que ela queria... queria que eu continuasse a lamber seu cuzinho enquanto ela lambia seu saco... seu pau. Eu fiz. Ele não aguentou muito naquela posição então ele se virou e continuamos as duas a chupá-lo, com muita suavidade pois ele estava excitadíssimo. Fiquei com receio de por seu pau na minha boca, mas quando vi a cara de tesão da Deise, compreendi que não tinha ciúme algum. Ela estava extasiada em nos olhar... pediu que eu agarrasse o pau com as mãos e passasse a língua na cabecinha... ela simplesmente olhava sem acreditar e dizia: lindo...lindo...
Estava tudo muito gostoso. A Deise tremia de tesão, mas se levantou e foi buscar algo. Eu aproveitei pra para me aninhar ao Rafa, enquanto esperava-a. Nos olhávamos e nos cuidávamos mesmo a distância. Nunca perdemos o contato a três. Ela voltou com as mãos cheias de camisinhas e me disse: você vai primeiro, linda... como você quiser...

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Meu Mastro, Teu Leme

Georgia,

estou aqui pensando, lembrando, projetando, viajando... sonhando...

Esse blog é uma espécie de ilha deserta. A ilha deserta daquela piada da Sharon Stone. Nunca nos vimos, nunca nos cheiramos, nunca soube como é o teu olhar sobre o meu, nunca senti o gosto da tua língua, da tua vulva. Nunca puxei teus bicos túmidos, nem ouvi teus gemidinhos, nem tuas palavras mais loucas. Nunca senti a esgrima das tuas unhas marcando minhas costas.

Nenhuma gota de suor minha pousou na tua pele. Nunca te abracei apertado, nunca te dominei com paixão, nunca te senti tremer embaixo de mim, nunca vi tua bunda exposta na cama e minhas mãos nunca alisaram tuas formas. Minha língua nunca te explorou inteirinha.

Eu nunca provei você. E nunca entrei na tua gruta inundada de desejo. Nem te possuí por trás, colados, alucinados e liqüefeitos manteiga, iogurte, chocolates derretidos pelas tuas costas, tuas coxas, teu ventre, teus seios, tua boca. Nunca chupei teus pés, nunca te despi, nunca sorvi teu gozo e nunca te beijei.

Isso me enlouquece, sabia.

E isso me faz ficar cada vez mais nu na tua frente. Aqui nessa ilha de Lost. Neste blog, nesta mente, neste pau que eu tenho, nesta minha língua, nesta vida apolínea que quer chupar dionísio. Nesta afrodite life cheia de curvas, contas, afazeres e deveres.

Minhas mãos há muito sonham em te abraçar por trás. Você seminua, toda para mim. Meus braços te envolvem e minhas mãos enfim se encaixam NELES, os teus seios (que são meus insanos, grandes e redondos amigos). Eles que não estão nem aí para toda essa Bíblia de impossibilidades que o ser humano inventou para se ferrar.

Minhas grandes mãos seguram teus seios. Apertam na medida as tuas mamas grandes e eu te puxo para mim. Meu mastro encosta na tua bunda e vira teu leme. E o resto do mundo é um oceano para navegar.